Dar a outra face ou um soco? 🇧🇷


Português 🇧🇷


Devido à natureza humana imperfeita, é inevitável sofrermos algum tipo de agressão, quer em palavras, quer em ação, ou mesmo por omissão. Outras vezes, são mal-entendidos que nos causam situações incômodas.


Em situações assim, qual deveria ser a verdadeira reação de um cristão consagrado e gerado por Espírito? Não deveria ser igual a do Mestre Jesus? Nosso Senhor deixou-nos uma mensagem bem clara:


“Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: Amem os seus inimigos, façam o bem aos que os odeiam, abençoem os que os amaldiçoam, orem por aqueles que os maltratam. Se alguém bater em você numa face, ofereça-lhe também a outra.” — Lucas 6:27-29 NVI


Não cabe ao cristão consagrado, portanto, dar vazão aos impulsos da carne decaída de modo a querer “pagar na mesma moeda”, ou, pior, partir para uma agressão ou ofensa ainda maior.


Precisamos nos lembrar que as injúrias que preferimos contra os outros, e em particular contra os irmãos de fé, serão julgadas com grande severidade:


“Digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça; mas, quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à Geena ardente.” — Mateus 5:22.


De fato, o apóstolo João afirmou, em 1 João 1:20:


“Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê.”


Não há meia-palavras aqui. O teste do verdadeiro cristianismo passa pelo amor aos irmãos. Aqueles que se justificam com argumentos carnais do tipo “fulano bem que mereceu” já falharam nesse teste. 


Que não caiamos no laço do Diabo de querer “dar o troco”. Em vez disso, se formos agredidos em palavras, ajamos com tranquilidade e amor. Muitas vezes, é melhor não dizer nada, principalmente no calor da agressão. Daí, devemos tentar resolver, no tempo apropriado, o assunto do modo bíblico, visando restabelecer a paz, se possível. — Mateus 18:15-17


Este texto não pode ser reproduzido sem a expressa autorização do autor. Todos os direitos reservados. ©

Comentários

Postagens mais visitadas